Novo Volvo ES90 elétrico chega para marcar a volta dos sedãs da marca ao Brasil
Volvo ES90 elétrico será lançado no Brasil nas próximas semanas, marcando o retorno da marca sueca ao segmento de sedãs premium
Modelo com bateria de 106 kWh e até 700 km de autonomia será lançado nas próximas semanas nas 52 concessionárias da marca
Depois de anos concentrando sua operação brasileira exclusivamente em SUVs, a Volvo prepara a volta ao universo dos sedãs. O protagonista dessa retomada é o ES90, veículo elétrico que a fabricante sueca confirmou para lançamento no Brasil nas próximas semanas.
Demanda dos clientes motivou a decisão
A decisão de trazer um sedã de volta ao portfólio brasileiro não surgiu do acaso. Felipe Yagi, Head de Marketing, Comunicação e Consumer Experience da Volvo Cars para Brasil e América Latina, explicou que o público da marca sempre pediu pela volta desse tipo de carro.
“Tomamos a decisão de focar apenas em SUVs nos últimos anos, mas sempre tivemos uma demanda de clientes que queriam a volta dos nossos sedãs”, afirmou Yagi no anúncio da chegada do ES90.
Um sedã nascido elétrico
Diferentemente do antigo S90, que era a opção convencional de três volumes oferecida pela marca, o ES90 foi concebido desde a prancheta como um veículo puramente elétrico. Apresentado mundialmente em março de 2025, o modelo opera com sistema de 800 volts e conta com uma bateria de 106 kWh.
Na versão de maior alcance, o sedã atinge até 700 km de autonomia segundo o ciclo WLTP. A Volvo também destaca a capacidade de recarga ultrarrápida: em apenas 10 minutos conectado a um carregador de 350 kW, o ES90 recupera cerca de 300 km de autonomia.
Cronograma de chegada ao mercado brasileiro
A Volvo já havia sinalizado a vinda do modelo ao Brasil para o segundo semestre de 2026. Contudo, em janeiro a fabricante antecipou o plano, informando que o ES90 estaria disponível a partir de agosto nas 52 concessionárias espalhadas pelo país.
Com esse lançamento, a marca sueca reforça seu compromisso com a eletrificação e, ao mesmo tempo, reconquista um espaço que havia abandonado estrategicamente no mercado brasileiro: o dos sedãs premium.

