27 de julho de 2026 23°C São Paulo, SP
Assine
Elétricos

Chevrolet Equinox EV: nova geração com plataforma inédita chega após saída do mercado brasileiro

GM desenvolve segunda geração do Chevrolet Equinox EV com plataforma inédita BEV-N, prevista para produção entre 2028 e 2029 após saída do Brasil

AutoRodas 24 de julho de 2026 2 min de leitura

SUV elétrico mais vendido da Chevrolet nos EUA será o primeiro modelo a estrear a arquitetura BEV-N da GM

Enquanto o Chevrolet Equinox EV encerrou sua passagem pelo Brasil sem conseguir emplacar comercialmente — mesmo após cortes de preço —, a General Motors já trabalha nos bastidores para garantir o futuro do modelo. A montadora desenvolve a segunda geração do SUV elétrico, que deve iniciar sua produção entre o final de 2028 e o começo de 2029.

Plataforma BEV-N: a base do novo Equinox EV

O grande diferencial técnico da próxima geração está na adoção da inédita plataforma BEV-N. O Equinox EV terá a honra de ser o primeiro veículo da GM a utilizar essa arquitetura, o que sinaliza a importância estratégica do modelo dentro do portfólio global da marca.

Desempenho comercial oposto entre Brasil e EUA

A trajetória do utilitário elétrico no mercado brasileiro foi discreta. Poucas semanas antes do anúncio da nova geração, o Equinox EV deixou oficialmente o mercado nacional, onde jamais conquistou números expressivos de vendas.

Nos Estados Unidos, porém, a história é completamente diferente. Disponível desde meados de 2022, o modelo já superou a marca de 100 mil unidades vendidas até junho de 2026. Esse resultado o consolidou como o veículo elétrico mais vendido da Chevrolet na América do Norte, um verdadeiro fenômeno comercial.

Produção atual e transição

A geração atual do Equinox EV é fabricada na planta de Ramos Arizpe, no México. A expectativa é que a transição para o modelo de segunda geração, construído sobre a plataforma BEV-N, represente um salto tecnológico significativo para a linha elétrica da GM.

Chevrolet Equinox EV: nova geração com plataforma inédita chega após saída do mercado brasileiro